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24 de mai. de 2012

Serge: "Precisamos de um Che Guevara"


Guitarrista do Kasabian Serge Pizzorno sobre músicas com mensagens, ser pai e rock stars X jogadores de sinuca.

É uma briga dura entre Kasabian e Coldplay pelo título de maior banda britânica. Coldplay talvez tenha uma maior estrada até agora, mas na escala do rock n' roll, Kasabian sai na frente. Eles são os herdeiros do Oasis “banda popular” de multidões. Eles têm os quadris, o balanço e a atitude que vem de Mick e Keef. Eles parecem como rock stars, eles andam com rock stars.  A amizade com o gênio da sinuca Ronnie O’Sullivan os transformam ainda mais rock stars. Eles são 'oldschools' encarnados.

Eles aceleram o ritmo para os headlines dos festivais britânicos e redondezas, o 'guitarhero' e chefe das cordas, Serge Pizzorno faz um intervalo para conversar com o Big Issue. Aviso: Essa entrevista contém palavrões e menções a drogas e cabelos legais. Rock, e claro, roll. Fique pronto...

Vocês são sempre mostrados como um bando de roqueiros primitivos. Vocês são realmente tão estúpidos?
SP: É engraçado o que eles pintam de nós. É incrível como eles dizem. Eu vi um documentário de Stanley Kubrick e ele sempre era referido como “o recluso Stanley Kubrick”. A sua esposa dizia que ele costumava rir, porque ele era longe daquilo, ele só não gosta de rir com ignorantes.  Ele não queria ir para Hollywood, ele só queria fazer filmes. É incrível, nós vamos para outros países e eles jogam isso em pequenas partes “os caras do rock” e toda essa porcaria. Você só esfola a cabeça. A parte boa disso é que você sabe que as pessoas que ouvem sua música e ouvem o que você tem a dizer, ao contrário do que as pessoas que estão escrevendo as mesmas porcarias há anos. Você vê os idiotas bem rápido.

Nós sempre ouvimos que o Tom é um turbilhão de energia. Isso é verdade?
SP: De todas as coisas que eles dizem, essa é a única verdade sim.

Como você aguenta o confinamento e o pequeno espaço no ônibus da turnê por horas?
SP: O nível de energia em sua companhia é inacreditável. É como uma montanha russa. A razão pela qual nós nos damos bem é porque nós somos meio que um 'santuário' um para o outro. Eu não sou assim então eu tenho que acalmar essa parte do Tom. E ao mesmo tempo, o Tom pode ligar o motor. O que é fenomenal. Frontmans são do mesmo jeito, de alguma forma. Mas ele é uma coisa totalmente diferente. Eu sou sortudo de conhecer o melhor que há. Isso faz meu trabalho muito mais fácil. De verdade, eu sou um homem de estúdio. Eu aprendi a aproveitar o palco muito mais do que costumava fazer. Mas em meu coração, fazer música é o que eu mais amo.

Vocês têm grandes headlines no Reading e Leeds e o T In The Park – mas parece que vocês estão em um número cada vez menor de bandas que conseguem tocar esse tipo de shows...
SP: Eu concordo. Eu previ isso por causa da internete o dinheiro tirado da música. As pessoas não conseguem bancar sair em turnê mais. É uma época estranha porque não há ninguém conseguindo chegar lá. Nós conquistamos nosso espaço. Para nós é um trabalho bom e longo entrar em uma van e fazer shows.

Há muitas bandas velhas "preenchendo tabela" hoje em dia? 
SP: Sim, e isso é dolorido. Elas eram "zoados", estava mudando, quando eu era criança. Mas eu acho que é pela falta de bandas por aí. É por isso que as pessoas se empolgam tanto sobre isso - É porque não tem muita coisa acontecendo.


A música não significa tanto para as pessoas na era digital, então?
SP: Eu sinto que tem muito a se fazer agora. Eu lembro o que um álbum era, tipo, tudo. Era um trabalho de arte do mesmo jeito que uma bela pintura é arte. Eu não sou religioso e nunca fui. Pelo medo de soar um pouco sentimental, música é toda a religião que eu preciso. Eu realmente acredito nisso. Eu nunca precisei de nada a mais. Agora as pessoas ouvem música no seu laptop e talvez ouçam umas duas vezes e aí pensem “eu não gostei muito.” Você perde muito porque não dá muita atenção. Eu não quero soar como “De volta naquela época” porque isso não faz tanto tempo, mas eu tenho essa impressão porque a música se tornou livre e as pessoas passaram a olhar como se não valesse muito.

Nós ouvimos que você tem gostado de sinuca...  
SP: RonnieO’Sullivan foi em um dos nossos shows. Ele era parte da era do Britpop e ele sempre pareceu legal. Eu fiquei viajado quando soube que ele foi nos ver. Ele é um cara legal, um cara bonito. Então, quando ele jogar, eu vou ver ele. 

Ronnie tem sido um legendário festeiro em seu tempo, então, quem segura a bebida melhor – os rock stars ou os jogadores de sinuca?
 
SP: Rock stars, sem dúvidas. Obviamente. Quando Alex Higgins estava por perto seria uma competição e Ronnie em seus dias não perderia para ninguém, mas ele parou com tudo. Sem chances agora. 

Esse mês você jogará no Soccer Aid em uma partida em prol da UNICEF. Como um homem que originalmente planejou uma carreira no futebol, isso deve ser um sonho que se torna realidade...  
SP: Totalmente! Quando você está em uma banda você tem uma existência privilegiada então em um modo muito pequeno é bom ter a sua parte. Eu na verdade nem sei por que disse sim. Obviamente,quando descobri mais do evento ,é um sonho da infância, absolutamente. Jogar naquele lugar vai ser incrível.

Há uma parte de você que ainda está na carreira de jogador de futebol ou rock n' roll é melhor? 
SP: Se eu estivesse jogando para os grandes, seria perto. Obviamente, você ia ter que andar com os caras do futebol e isso não é legal para ninguém. Eu não poderia aguentar isso. E não ser livre de regras e regulamentos. Em uma banda de rock você pode fazer o que quiser desde que faça músicas boas e álbuns bons. Você pode viver sua vida e fazer o que quiser.

Você não gostava da politica britânica no passado – é a hora de uma revolução? 

SP: Certamente é. Eu estou esperando por alguém que me inspire. Uma vez que ouvir algo que me inspire, eu estarei lá. Eu posso trazer apenas minha guitarra, não sou bom com a fala, mas eu trarei minha guitarra e marcharei.

As bandas deviam fazer música envolvidas com políticas, então – Plan B começou dando o primeiro chute? 

SP: Isso depende. Eu quero ouvir uma mensagem. Estar nervoso é legal, mas o que você vai fazer com isso? Isso não pode ser apenas “fodam-se os ricos” eu acho que nós estamos reclamando para alguém seguir. Nós precisamos de um Che Guevara. Se isso for para acontecer eu acho que teriam muitas pessoas que estariam lá.

Mudando de assunto, Tom Chaplin, do Keane, já te perdoou por dizer que ele havia ido para a reabilitação  porque era viciado em vinho do Porto? 

SP: Hahaha! Isso ainda me mata. Ele provavelmente me odeia, mas ele tem que admitir que, lá no fundo, tem uma parte dentro dele que sabe que isso é muito engraçado.

Você tornou-se pai recentemente – isso te mudou muito? Nós lemos que você parou com as drogas... 

SP: Eu gravo em casa, então eu decidi não usar drogas perto do bebê. E era isso. Eu acho que é uma atitude bem responsável para se ter. Eu não estou fazendo linhas (referencia a cocaína) em sua frente, mas foi dito que eu tinha parado tudo junto. Não era isso realmente.

Você é um pai “mão na massa”. Você ajuda na hora de dormir e as tarefas no meio da noite? 

SP: Absolutamente sim. É uma coisa incrível. Por que você não faria algo do tipo? Eu estou ficando muito bom em ler histórias também. Todos os pequenos personagens tem um sotaque diferente. Meu sotaque do leste é melhor que qualquer um, mas eu também tenho um bom do nordeste também.

O seu colega Noel Gallagher te deu algum conselho a respeito de ser pai? 

SP: Sim, fique em turnê por muito tempo, basicamente. Quando estamos juntos é basicamente risadas. Música trás realmente boas amizades. É aquela coisa britânica quando você fica junto e logo em seguida já está rindo com dois minutos já está rindo muito ou algo parecido. É assim que funciona. Ele é incrível com argumentos. Ele ama uma grande homologação.

Ser amigos dos dois irmãos, você já se achou entre os dois, Noel e Liam? 

SP: Não, a vida é muito curta para fazer esse tipo de besteira. Ambos têm sido grandes apoiadores da banda. Eu nunca vou esquecer disso. Eles são fantásticos, é isso.

Vocês vão celebrar o Jubileu? 

SP: Um feriado de quatro dias é bom para as pessoas, mas eu não quero nada com essa porcaria. Eu não suporto ninguém da Família Real.

Fora as coisas do Kasabian, você gravou um álbum com seu “doppelganger”, Noel Fielding. Vocês dois tem o mesmo cabeleireiro?
SP: Hahaha... Não. Eu corto o meu cabelo sozinho. Eu não corto o do Noel. Nós dois amamos Rolling Stones, é tudo o que eu posso dizer.

Vocês dois também são bem interessados a respeito de vestimentas...  
SP: Sim. Todos os meus heróis se vestiam de uma forma legal. Dali ou Bowie ou Stones. Essas pessoas eu realmente gosto e eles são assim. Parece natural fazer o mesmo. É importante para manter a ponte da infância em você. O momento que você começa a levar a vida tão seriamente, você fica tedioso. Estar em uma banda é a sua missão de fazer as pessoas se desligarem.

@bigissue

15 de abr. de 2012

Interview: Kasabian divide memórias do Coachella


 Kasabian divide memórias do Coachella
“É poderoso” diz o guitarrista Serge Pizzorno sobre o novo vídeo lançado.


Kasabian retornou para o Coachella esse final de semana pela primeira vez após sete anos, e o show trouxe de volta para o guitarrista, Serge Pizzorno algumas memórias.

“Sete anos atrás,Vicent Gallo veio nos ver. Ele é alguém que eu tenho admirado por muito tempo” Pizzorno diz a Rolling Stone. “Você vai para esse lugar e não há muitas pessoas que você quer encontrar. Ele era alguém que eu realmente queria, foi muito bom.”

Gallo é diretor de filmes, claro, algo que Pizzorno tentou recentemente com um pequeno filme em preto e branco chamado “Telepathic Shenanigans. Foi descrevido como uma diversão para os ganhadores do Oscar para o filme The Artist, mas Pizzorn disse que o seu sentido nem foi calculado. “Nós estávamos entediados no hotel, estava chovendo e nós estávamos bêbados, então nós pensamos em fazer um vídeo, eram só dois idiotas da Inglaterra entediados.”

Pizzorno tinha alguma sátira em sua mente, no entanto. “Estava tirando sarro de clipes de bandas em preto e branco e pensam que são muito legais. Então nós estávamos meio que “que se dane, nós não somos legais, nós estamos apenas nos divertindo.”

A habilidade de filmar um vídeo no celular e lançar na mesma hora é um aspecto do Kasabian. “Nós não somos crianças da internet, levou um tempo para abraçarmos isso.” Diz Pizzorno. Mas o que é realmente animador nesse círculo é entender que dá um poder criativo para por coisas da minha própria banda, mesmo que seja só um pedacinho de uma música que eu escrevi no caminho de algum lugar ou talvez um vídeo que fizemos tirando sarro. Isso é algo legal sobre. É poderoso.

Pizzorno complementa que esse tipo de projeto ajuda o grupo a ficar em alta, mesmo com o seu retorno ao Coachella e estando pronto para ser headline no Reading e no Leeds nesse verão. “Isso deixa você se sentindo com menos super poderes, grande banda e deixa mais como você começou, desde o inicio.”

@Rolling Stone

6 de abr. de 2012

Kasabian desembarca no Canadá pela primeira vez


“Celine Dion, ela é canadense?”
Serge Pizzorno, compositor principal e guitarrista da banda britânica Kasabian, está sendo testado sobre seu conhecimento em música canadense.

“Eu gosto de Mike Myers, ele é canadense, certo?” Pergunta Pizzorno rindo. 
“Wayne’s World, isso conta como música?”

“Me perdoe pela minha ignorância inglesa, nós provavelmente misturamos artistas americanos e canadenses.” Admite Pizzorno.

É impossível não se encantar com sua personalidade atraente e calorosa. Mas como líder e rosto de uma das bandas contemporâneas mais amadas do Reino Unido, um certo carisma magnético vem claramente para o território. E a atração pelo Kasabian certamente os fez cruzar o mundo, Calgary se prepara para a primeira aparição da banda na cidade.
Não é incomum em certas partes do Canadá, particularmente fora de Vancouver ou Toronto, ser os últimos lugares para bandas europeias. E não é por não quererem o Kasabian, o povo de Calgary acabou de melhorar o espaço da MacEwan Hall para recebe-los.
“Isso é muito vasto” diz Pizzorno. “Canada é um lugar bem grande. Eu acho que se você é uma banda de turnês e você toca em muitas lugares, pode dar certo. É só esperar o tempo certo para fazer isso.”

Formado em 1997 na Inglaterra, Kasabian provou cedo para os fãs e crítica que são capazes quando lançaram o álbum titulado com o nome da banda em 2004. Recheado com hinos do rock inspirados em músicas dos anos 60. Os membros Tom Meighan, Chris Edwards, Ian Matthews e Pizzorno, continuaram o sucesso com o álbum seguinte. Experimentação musical e crescimento foram proeminentes, e como resultado, Kasabian ganhou mais respeito e altos lugares nas paradas britânicas.
O terceiro álbum, WRPLA, foi nomeado pelo Mercury Prize em 2009 e ficou entre os melhores nas paradas. O segredo deles?

“Não pensamos em pagamentos por garantias, ou você acha que os faz vão dizer que nós tentamos isso ou aquilo. “ Ele diz “ Você meio que segue o que quer fazer como arte e quer deixar seu legado nos álbuns.”

Com o último álbum lançado em 2011, Velociraptor!, Kasabian deu boas vidas ao seu álbum mais maturo no catálogo. "Eu realmente pensei sobre as letras de Velociraptor!. Eu sempre faço isso, mas nesse em particular eu estava lhe dando com assuntos mais simples, como quando termina uma relação." explica Pizzorno.
"Você deve ser orgulhoso pelo que cativa e não como um albatroz.” diz Pizzorno “Eu acho que tem trabalhos muito mais difíceis pelo redor do mundo.”

E sobre sua mais nova realização, foi anunciado que Kasabian será headline do Reading e do Leeds, grandes festivais ingleses nesse verão. Com quatro álbuns, Pizzorno pode pensar que não existiria melhor hora para ser headline desses grandes festivais. “É simplesmente a melhor hora para fazermos isso.”
Como banda por 15 anos, Pizzorno diz que Kasabian transformou seus shows em algo lindo.
“É definitivamente um set de rock, mas tem grandes elementos de dance music e eletrônica também, os quais realmente deixam em outra dimensão.” diz Pizzorno.

Kasabian também incorporou o glam – rock no guarda roupa deles. Reconhecidos pelo seu estilo Rock n' roll, Pizzorno tem sido visto com pêlos e penas em um perfeito Brian Eno.
“Eu estou amando David Bowie e Marc Bolan, e eu estou tentando fazer isso em uma versão de 2012, você sabe? Você pegou toda a coisa, eu estou levando meu guarda roupa comigo.” ele diz rindo.

“Calgary, descansem seguros, tudo vai estar bem.”

@theweal

28 de mar. de 2012

Interview: Serge Pizzorno (musicradar.com)


Entrevista: Serge Pizzorno do Kasabian sobre composições, guitarras e Velociraptor!
Mais: Beatles ou Stones?
@musicradar / Tradução: Kasabian BR

“Eu estou me sentindo um pouco mal agora. “ Sergio Pizzorno diz assim que entra no cômodo no New Work’s Terminal 5. A verdade seja dita, o guitarrista e compositor do Kasabian parece pálido com seu cabelo negro e seu guarda roupa de rock star que exagera na sua falta de pigmentação na pele.

“Deve ser as asas de frango noite passada.” Ele diz, desaparecendo em uma sofá preto suspirando. “Tenho que lembrar de não comer asa de frango 1 hora da manhã novamente.”

Pizzorno está conservando sua energia para o soundcheck que começaria em 30 minutos e para todo o show após. Embora Kasabian (o que também inclui Tom Meighan como vocalista, Chris como baixista, Ian como baterista e Jay como guitarrista) são superstars na terra natal no Reino Unido, tocando em arenas e abrindo festivais (eles são os principais no Reading e T In The Park esse verão) nos EUA eles tocam em lugares consideravelmente pequenos.

A banda não esteve pelo país desde 2007 (eles estavam marcados para 2009 porém tiveram de cancelar no último minuto quando Meighan teve gripe suína.) - uma vida para a música. Apesar disso, Pizzorno insiste que a banda não está mudando o setlist ou adequando para agradar olhos e ouvidos. “Não vamos fazer nada diferente.” Ele diz. “Não há truques ou nada como isso. Nós sempre tocamos as mesmas.”

O que significa que a banda vai oferecer uma saudável quantidade do novo álbum, o sonoro e voluptuoso Velociraptor! junto com hits como Vlad the Impaler, Shoot The Runner, Where Did all The Love Go? E Underdog. Apesar de seu nauseado estômago, Pizzorno provou estar interessado e se divertindo com nossa conversa na qual falamos sobre o novo álbum, compor, guitarras e se ele se considera um cara Beatles ou Stones.

Alguns artistas gostam de escrever em turnê. Você acha que a vida na estrada inspira suas músicas?
SP: Sim. Mas de um jeito diferente. Eu tenho tendência a reunir informações, como se estivesse acumulando todas. Fazendo isso, eu descubro que posso trabalhar em minha cabeça o que o novo álbum pode ser ou o que eu farei, não é necessariamente escrever, mas mais sobre descobrir o que eu quero.
Estar em turnê é meio difícil de escrever. Eu acho. Mas eu compro um monte de filmes, livros e música, e eu tento absorver tudo. É o único jeito de pegar a coisa toda.

Tocando em pequenos lugares nos EUA, vocês sente um tipo de pressão a mais que tocando no Reino Unido ou qualquer outro lugar?
SP: Não, é ótimo. Eu amo isso, em fato, eu perdi isso de tocar em lugares pequenos. Eu acho que somos sortudos porque tocamos em shows grandes e nós temos que voltar aqui para tocar nesses lugares. Apenas olhando pro palco, eu estou pronto. Esses shows são muito divertidos. Eu amo tudo neles.

Vamos falar sobre algumas músicas do Velociraptor!: Switchablade Smiles é um casamento de batidas eletrônicas e o puro rock que parecem gostar. Qual riff veio antes, o eletrônico ou a guitarra grunge?
SP: Estranhamente, o riff de guitarra. Veja, eu canto como uma linha de sintetizador (imitando o som do sintetizador) ‘Doon!- doo –doo- doo – doo- doo-!’ algo assim, sabe? Então eu trabalhei nisso, como ficaria no sintetizador, e eu tinha esse riff velho no meu celular que estava aonde eu queria. Eu pus esse riff no computador e encaixou perfeitamente. É louco! (risadas)
Isso não devia ter dado certo, mas deu. Foi como uma colagem, de verdade. Foi como pegar coisas de todos os lugares.

Você não quebra nenhuma de suas Rickenbackers no vídeo, hãn?
SP: Não, nenhuma! (risadas) Foi para enganar. Foi uma dessas Gibson baratas ou algo assim. Eu acho que nem era uma guitarra de verdade, foi algo feito para o vídeo.

Goodbye Kiss é uma música pop melodicamente boa. Tem um pouco de influência de Roy Orbison lá, mas um pouco de Smiths também.
SP: Sim sim. Eu acho que pode ser um pouco de The Smiths. É meio que uma coisa tradicional de Roy Orbison ou Phil Spector, talvez até John Lennon – essas pessoas. Eu ouço de tudo. Eu sou obcecado com música e eu desenho todo tipo de coisa quando escrevo.

O som de uma guitarra atual inspira você?
SP: A maioria das músicas eu escrevo em uma velha Hofner. Eu acho que é de 1953. Eu amo aquela guitarra. É um barco pirata velho. É ornamentado, é bonita, e toda as coisas que escrevo são feitas lá, basicamente.


24 de mar. de 2012

Kasabian promete retornar para a América Latina


Uma notícia nos chamou muito atenção nesse dia 24 enquanto o Kasabian faria sua apresentação no México para o Vive Latino desse ano. Acreditamos que é uma boa notícia para quem sonha com o retorno da banda no Brasil! Leia:

'Promete Kasabian regresar a Latinoamérica'
24.03.2012

Cidade do México: Antes de sua apresentação no Vive Latino 2012, Kasabian ofereceu uma curta conferência de imprensa em que reconheceu ter abandonado um pouco seus seguidores mexicanos, pois estavam mais concentrados no continente europeu.

"Temos 10 anos de turnê e não demos importância para a América Central e América do Sul, mas vimos que o público tem crescido muito, por isso queremos retornar logo que possível" - disse Chris Edwards

@milenio.com 

20 de mar. de 2012

Kasabian Live: Jay Mehler



Antes do show no teatro “Living Arts" na Filadélfia, nós revisamos alguns conhecimentos locais com o guitarrista do Kasabian e natural da Filadélfia, Jay Mehler.

KL: Você alguma vez pensou que tocaria para uma multidão da sua terra em uma banda de rock do Reino Unido?

Jay: Definitivamente não. Basicalmente eu tive “trabalhos de verdade” e então eu pude tocar. Eu acho que todo mundo passa por isso. Mas quanto mais passa por isso, menor o “sonho de verdade” vem, seja lá qual ele for. Você trabalha em uma fábrica e você perde sua identidade, você começa a se sentir um verdadeiro trabalhador da empresa. Isso desnutre o resto de sua identidade. Então, sem chances, isso não estava em meus objetivos. Eu realmente sinto falta de Philly.

KL: Qual foi o primeiro show que você foi na Filadélfia?

Jay: O primeiro que eu fui foi Big Audio Dynamite em City Gardens. Minha namorada naquela época comprou os ingressos e me deu de aniversário. Foi logo depois que Mick Jones melhorou da pneumonia em 1988 quando quase morreu, o que eu descobri depois que fiz um show com ele em Londres.

KL: Qual foi seu primeiro show em Philly como músico?

Jay: Provavelmente algo na igreja. Se isso conta como show. Um show para o Senhor, há. Mas se você está perguntando sobre pegar um equipamento e esticar minhas pernas de guitarrista... Eu acho que foi uma dança. Eu e meus amigos tínhamos uma banda punk quando tínhamos 12 anos. Eu esqueci o nome. Algo idiota como “Anti Society Reign.” Muito ruim eu ter esquecido isso.

KL: Qual foi sua primeira guitarra?

Jay: Uma totalmente ruim. Foi uma cópia de Magnum Strat. Dizia “guitarra elétrica” na headstock, em letras grandes. Era uma merda eu acho que eles deviam legalmente dizer que não era uma máquina de costura ou algo assim. Era uma ratoeira também, se eu mexesse meus dedos muito rápido eu ia despedaça-los. Eu carregava ela para casa na minha bicicleta.

KL: Qual é sua “Cheese Steak shop” (lanchonete de sanduíches tradicionais como bife, frango, etc e saladas) favorita?

Jay: Há apenas duas e dependendo de onde você anda pode ir até lá. Tem a Jim, bem na South Street. E claro, Pats... mas a Pats é bem para baixo na South road. Então você tem que querer muito mesmo para fazer essa viagem se estiver mesmo cansado da Jim. Eu nunca fui em nenhuma. Era tudo para mim a Lorenzo’s Pizza. Lorenzo’s para sempre!!

KL: Quem são seus heróis de Philly?

Jay: Após meus pais, Jack e Judy ... Noam Chomsky!

@Kasabian Live

9 de mar. de 2012

Scan: NME 10 March 2012 + Tradução


“Nós somos os melhores!”
Eles estavam tipicamente nas alturas depois de um enorme show, mas Kasabian humildemente dedicou o prêmio de 'Melhor Banda Britânica', junto com Sonos, a um antigo conhecido...

“Você tem cocaína?” Serge Pizzorno pergunta enquanto levamos ele para o lado para discutir a vitória na categoria como 'Melhor Banda Britânica', apresentado depois de Noel Fielding anunciar a ardente performance de ‘Switchblade Smiles’ e ‘Days Are Forgotten’.

Infelizmente não, Serge. “Bem, então obrigado por isso!” diz o inesperado - e aliás, não inteiramente sincera resposta. Mas se existe uma banda que não precisa de mais nada para chapar essa noite, essa seria a melhor banda de Leicester mesmo que pareça que a festa já começou há algum tempo atrás, julgando por Tom Meighan, com a insistência de abraçar cada membro de uma banda indie que ele possa colocar as mãos em cima e Serge diz que esse é apenas o começo...

NME: Você dedicou o prêmio para Davy Jones do Monkees essa noite...
Serge: Um pouco antes de entrarmos, recebi uma mensagem avisando que ele havia falecido de um ataque do coração, então nós pensamos que isso seria uma coisa legal de se fazer.

NME: Você está feliz com sua vitória?
Serge: Sim, claro que sim. É uma grande honra especialmente de uma revista que você cresceu lendo e pensando consigo mesmo "Inferno, imagina estar lá." É uma coisa linda, cara. Nós estamos orgulhosos disso.

NME: Esse (prêmio) era o que vocês estavam de olho?
Serge: Sim, esse era o que mais desejávamos, então sim, definitivamente.

NME: Vocês estavam em uma competição dura. O que você acha das outras bandas?
Serge: Você teria de me dizer com quem estávamos contra! Deus abençoe todos eles, mas eu acho que a melhor banda venceu essa noite.

NME: Isso concerta ter perdido o Brit?
Serge: O Brit não era para nós então não ficamos tristes. Eu digo, por esses dias, quem gosta de uma banda que está preocupada em ganhar o Brit Awards? Ninguém se preocupa com isso. Especialmente não nós, que assistimos o Brit e pensamos 'Nós estamos muito felizes de não estarmos lá. '

NME: Então você é um cara feliz.
Serge: Ah sim, definitivamente. Eu me diverti nesses últimos 12 meses. Mas eu sempre me divirto. A vida é muito curta pra não se divertir.
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Tom ri de si mesmo
Quando kasabian conheceu Vicky McClure

“Eu amo você” grita Tom Meighan quando vê Vicky de This Is England em meio ao caos do espaço de fotos do NME Awards. É tão descarado quanto esperamos de um grande desbocado do rock n' roll - e a banda procurava por alguns refrescos na cozinha com a atriz. alguns minutos depois, os garotos continuavam citando linhas do show e fazendo planos para festejar juntos depois. Um 'Empire' trabalho, rapazes.

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Pulp's people (Artistas falam da banda inglesa Pulp)

Serge Pizzorno:
Estranhamente, quando Pulp estava junto originalmente eu não me importava muito a respeito deles, mas desde que eles voltaram eu conheci Jarvis e percebi que ele é um gênio e uma estrela. Eu amo a música deles também. Eu me tornei um fã.

Tom Meighan
Eu penso no que eles foram e o que são agora, e é incrível. Eles são muito inteligentes com palavras e nas músicas. E Jarvis Cocker é lindo, ele é um cara adorável também.”






2 de mar. de 2012

'Nós temos um nome para o nosso próximo álbum'


Kasabian fala sobre sucessor do Velociraptor!
depois de ganhar o 'Best British Band' no NME Awards.
Tom Meighan e trupe dedicou o prêmio para o vocalista do Monkees, Davy Jones.

Kasabian revelou em uma exclusiva entrevista, os planos para um sucessor do album Velociraptor! que esteve no topo das paradas em 2011.
Falando com a NME depois de pegar o prêmio de 'Best British Band' na O2 Academy em Brixton, em uma cerimônia na noite passada (29), o vocalista, Tom Meighan, disse que o quinto album da banda tem um possível título: 'Trial By Stone'.
De qualquer forma, o frontman disse que a banda pretende completar os deveres com a tour de Velociraptor! antes de entrar no estúdio e começar a trabalhar em um novo material.

Meighan declarou:
“Trial By Stone é um possível título para o novo album, eu quero chamá-lo de “Trial By Stone”. Serge talvez mude, talvez não, mas 'Trial By Stone' soa muito bem.”

Depois de dedicar o prêmio para Davy Jones que faleceu ontem, durante o discurso, Meighan reiterou a sua admiração pelo músico legendário.
“É legal (ganhar) é uma conquista... Eu estou na lua. Mas dane-se hoje a noite, cara, hoje a noite pertence a Davy Jones do The Monkees. Há um buraco no rock n' roll, eu dedico esse prêmio a ele.

Na mesma noite, Kasabian arrebentou tocando dois de seus hits ‘Switchblade Smiles’ e ‘Days Are Forgotten’ enquanto Florence ganhou dois prêmios como 'Melhor Artista Feminino' e 'Melhor Música' com ‘Shake It Out’ - e The Horrors com o 'Melhor Álbum' com ‘Skying’.

@NME

1 de mar. de 2012

NME AWARDS 2012 - Best British Band!!


Novidades e mais novidades, e as melhores novidades! É o que o NME Awards nos deu realizando essa premiação! Como avisamos, o Kasabian estava concorrendo em 3 categorias: Best British Band, Best Live Band e Greatest Music Moment Of The Year. Além das categorias a banda também havia dito que se apresentaria ao vivo, e assim foi feito! A banda tocou Switchblade Smiles e Days Are Forgotten, com abertura de Noel Fielding.


"Kasabian were making such a noise during their performance
I thought my ear wax was going to fall out."
- Graham Coxon

A banda ganhou o prêmio de Best British Band (Melhor Banda Britânica), e nas outras duas categorias, Arctic Monkeys e Stone Roses foram os vencedores. Ao receber o prêmio, Tom dedicou e fez uma homenagem para Davy Jones do The Monkees, que morreu algumas horas antes aos 66 anos, cantando: 'Hey Hey! We're The Monkees'

"I'm absolutely over the moon to win this award. I want to dedicate
it to Davy Jones from The Monkees who died today.
He was 66 years old. My mother loved The Monkees."
- Tom backstage









Interview NME. WATCH HERE

E a novidade não foi só sobre o Prêmio de Best British Band e sobre a homenagem, Tom disse também que já estão com planos para um novo projeto e revelou o provável nome do quinto álbum da banda, o sucessor de Velociraptor! seria: Trial By Stone.
(+ informações, colocaremos depois).

Switchblade Smiles




Days Are Forgotten





26 de fev. de 2012

NME: Rock n' Roll acaba com as células cerebrais?


NME: 25 February 2012
Testando a memória de músicos após uma vida de abuso.
Essa semana com Tom Meighan, do Kasabian.

Questão 1:
Qual música do Kasabian o jogador de futebol Fernando Torres disse ter ajudado a Espanha a vencer a Copa do Mundo?
TM: Club Foot.
Correto. Aparentemente ele tocava no vestiário.  Como você se sente sobre a Espanha usar o seu hino?
TM: Eles são o melhor time do mundo, o que eu posso dizer?

Questão 2:
Diga cinco famosos esportistas masculinos ou femininos que estiveram com você em 2010 no comercial de TV “If Carlsberg did team talks”.
TM: Eu tive um branco agora. Você matou minhas células cerebrais!
Errado. Stuart Pearce, Trevor Brooking, Steve Redgrave, Kelly Holmes, Steve Davis, Ellen MacArthur, Nigel Benn, Phil Taylor, Clive Woodward e outros.

Questão 3
Quem aparece com Serge na capa da NME de Junho de 2010? Dica: Não era você.
TM: Qual o nome dele. Russell Brand.
Correto. Você é fã dele?
TM: Sim, ele é um cara legal. Nós fomos no Russell Brand Show há alguns anos quando ele estava explodindo e ele foi muito legal.

Questão 4
Alan Partridge uma vez deixou um discurso retórico na sua secretária eletrônica reclamando sobre o quê?
TM: O nome da banda. Eu queria ainda ter isso. Isso era muito incrível. Alan Partridge me ligando.
Correto. Steve Coogan deixou uma mensagem com Alan, reclamando que 'Kasabian'era o nome de Linda Kasabian, o motorista de fuga do serial killer Charles Manson.

Questão 5
Seu último álbum é chamado 'Velociraptor!'. O que é fundamentalmente errado com os velociraptors em Jurassic Park?
TM: Eles são muito grandes e tem muitas penas neles.
Correto. Paleontologistas revisaram as teorias sobre velociraptors desde o filme em 1993.
TM: As pessoas pensam que eu adoro dinossauros mas eu não adoro. Eu assisti “Walking With Dinosaurs“ as duas da manhã com champagne e com meu segurança, Marty. O que foi incrível.

Questão 6:
Você costumava trabalhar em uma metalúrgica fazendo buracos em quais tipos de liga metal?
TM: Não faço ideia, cara. Eu não faço a menor ideia do que eu estava fazendo lá. Pergunte pro meu antigo chefe, Norman Brewitt. Ele vai te dizer qual era.
Hm, errado. Aço fabricado.
TM: Tudo que eu fazia era cantar, fazer buracos e chá. Eu quebrei muitas brocas. Coitado do Norm. Eu ainda devo dinheiro pra ele.

Questão 7:
Que tipo de sapatos Serge estava usando quando ele marcou o legendário gol no Wembley (Soccer AM) em 2006?
TM: Provavelmente um par de sapatos número 45. Ele tem um pé do tamanho de uma mesa.
Errado. Eram “winklepickers” marrons.

Questão 8
Você tem uma réplica da bicicleta BMX de E.T. Quem tem a original usada no filme?
TM: Eu imagino que Steven Spielberg colocou em algum lugar.
Errado. Michael Jackson foi o último dono registrado.

Questão 9:
Em qual tipo de avião você tocou em Setembro do ano passado?
TM: Não sei. Era só um avião ... um Boeing 747?
Correto.
É estranho. Sabe quando o Pistols tocaram no rio Thames? Serge pensou que seria bom tocar em um avião. O avião foi eviscerado. Foi estranho, eu me senti em um desastre de avião.

Questão 10:
Qual banda recentemente disse que estavam mudando a sua direção musical apenas para vocês gostarem deles?
TM: Não sei.
Errado. Rizzle Kicks.
TM: Eles amam a gente, não é? Eu acho que eles são bons, também. É doce isso. Eles são apenas novos, não é? Eu gostaria de conhecê-los.

RESULTADO: 5/10
TM: Não foi tão mal. Eu tenho uma memória boa. 
Eu lembro de ter três anos. Mas o ontem...

Tradução @kasabianbr

21 de fev. de 2012

Interview: TMF encontra Ben Kealey


Os fãs de Kasabian o conheceram como o homem quieto por trás dos teclados, incluindo seus prodígios arpejos e efeitos eletrônicos nas músicas da banda. Mas em seu tempo livre, Ben Kealey preenche seu tempo criando arte com coisas que as pessoas jogam fora. Pegando esses “outcasts” e reformando eles para a vida, ele prova um ponto valioso: que arte existe em qualquer lugar, você só precisa saber para aonde olha.


TMF: Você pode nos explicar os seus projetos de “Urban Art”? Como isso aconteceu?
Ben Kealey: Kasabian está em turnê na época e eu estava olhando um jornal local quando eu vi que alguém estava doando um lindo piano Steinmayer para ser queimado então eu pensei em pega-lo e ver o que poderia fazer para salva-lo da sucata. Seu revestimento estava em um estado muito ruim, então decidi pintá-lo e a inspiração veio de Sex Pistols tocando na van ‘Pistols at Dawn’ e ‘God Save The Queen.’

E isso foi o começo, então eu comecei a olhar mais profundamente e encontrei muitos pianos sendo jogados no lixo e eu achei que seria possível fazer algo para ajudar a reintegrar o piano novamente nas nossas casas, corações e na modernidade dos nossos dias.

TMF: O que vem primeiro pra você, arte ou música? Ou elas estão juntas?
BK: Os dois, eu acredito. Desde muito cedo eu sempre amei desenhar/pintar e comecei a tocar piano com cinco anos então a música e a arte sempre foram uma parte enorme da minha formação, na vida.

TMF: A arte inspira sua música ou a música inspira sua arte?
BK: Eu acho que música, sem dúvidas, inspira minha arte, eu acho bem mais fácil criar um algo quando estou ouvindo música. E pode ser qualquer coisa, qualquer coisa que eu esteja ouvindo vai ter um efeito no final, mas eu normalmente não planejo algo especifico ou ideia na minha cabeça sobre o que eu quero criar, acontece naturalmente.

TMF: Qual é seu meio favorito para criar?
BK: Eu amo desenhar, com lápis, canetas esferográficas, carvão, até mesmo com marcadores de papel. Mas pode ser qualquer coisa, papel, chãos e obviamente, pianos também.

TMF: Você reforma instrumentos abandonados. Como isso aconteceu? Aonde você encontra os instrumentos?
BK: Depois de encontrar o primeiro piano em um jornal local eu comecei a procurar por todos os lugares, classificados locais, websites, sites de leilões, amigos e família! É incrível quando começa a procurar, parece que todo mundo tem um piano que quer se livrar.

TMF: Você tem estado bastante na estrada com o Kasabian. A sua arte sempre foi inspirada pelos lugares que visita?
BK: Quase definitivamente. Quando nós visitamos lugares lindos, nós tentamos absorver o máximo da cultura local e arquitetura que podemos. Nós estamos agora em uma turnê pela metade do mundo e eu estou pegando ideias de novos projetos todos os dias.

TMF: Há uma brilhante série de fotos no Kasabian Live chamada “The Slab”. Qual é a inspiração pra isso?
BK: Ah, “The Slab”! Isso veio de uma manhã em um aeroporto depois de uma noite pesada no álcool. Eu estava tentando achar um lugar secreto para meditar e focar o centro da terra. Serge tirou a foto e então começou.

TMF: Esse é um modo de estar psicologicamente conectado com arte?
BK: Você pode dizer que sim, mas é também um ótimo jeito de curar uma ressaca!

TMF: Você recentemente colaborou com Noel Fielding no Luxury Comedy. Como você se envolveu com isso?
BK: Serge e Noel são bons amigos e quando ele pediu por Serge ajuda-lo com a música, em troca Serge tinha algumas coisas para eu fazer, então nós usamos algumas horas não ocupadas na turnê para fazer as músicas para o Noel. Eu acho que tem um álbum vindo aí com as músicas e eu estou sob o pseudônimo de “Wifred Serpentine the Third”. Foi divertido e nós amaremos fazer as próximas histórias.

TMF: E o que há de próximo para você?
BK: Nós estamos no meio de uma turnê agora até Maio, mas temos Maio de folga antes de começarem a turnê europeia e os festivais no Reino Unido. Então eu acho que depois do ciclo desse álbum nós teremos alguns meses de folga então eu estarei com minha coleção de pianos – assim que eu tiver tempo de criá-la, claro – e eu gostaria de colocá-los em exibição em Londres. Eu tenho uma grande ideia para eles o que pode ser uma grande ajuda para alcançar meu objetivo de fazer pianos acústicos para jovens gerações assim como para as mais velhas.
Fora isso, eu estou tentando escrever algumas músicas por agora, eu adoraria aparecer nos créditos de um filme, assim como filmes são uma grande paixão minha – ainda mais após ter trabalhado com Serge na faixa para o “London Boulevard”.


@TMF

11 de fev. de 2012

Scan Q Magazine (Mar. 2012)



Na Estrada
Tom Meighan fala para a Q sobre o setlist tocado na O2 Arena no sábado de 31 de Dezembro
(Q Magazine - Março 2012)

 - Days Are Forgotten
“Essa é uma declaração;  os garotos estão de volta! É enorme, é um completo “dane-se tudo”. Nós costumávamos abrir com Club Foot, mas é uma música velha agora, apesar de sempre ter um lugar. É um bom jeito de chutar tudo, tem uma mentalidade meio de gangue quando se sente ela”.

- Where Did All The Love Go?
“Apesar de ser um grito de guerra quando a tocamos, é uma música bem triste. Diz que não é mais como nos anos 60 e 70. É estranho tocar músicas assim porque há uma mensagem nela e é sobre a nossa geração, mas é por isso que Serge a escreveu”.

 - La Fée Verte
“Nós precisamos acalmá-los, porque nossa música é 100 milhas por hora. É uma música com muita força. Estralem os seus dedos, pandemônio! E então todo mundo relaxa. Eu fico exausto depois de um setlist, eu sempre fico encharcado porque eu dou tudo de mim para as nossas músicas”.

 - Switchblade Smiles
“Nós continuamos escrevendo músicas de luta. Eu não sei o que Serge põe em seu chá. Não há nada agressivo no Serge, ele é um lírio na agua. Isso deixa as pessoas loucas. Eu amo estar no controle daquele pandemônio. Nós não somos uma banda de ‘shoegazer’”.

- Velociraptor!
“Ela me lembra a abertura de algum desenho dos anos 80, isso que é brilhante nela. Ela tem uma mentalidade de ficção científica. Lembra daquele desenho (dos anos 80) ‘Ulysses?’ (Começando a cantar) Uly – seeeees! “É pop punk: Três minutos e estamos dentro e fora”.

- Vlad The Impaler
“A maioria do nosso setlist é rock agressivo e Vlad é uma música bem louca. O lugar inteiro mexe quando ela começa, é um terremoto, todo mundo dança. Nós temos tantas armas, cara, ter essa como um míssil é fantástico”.

- L.S.F. (Lost Souls Forever)
“Inferno! Eu devo ter cantado essa música um milhão de vezes, mas eu a amo. É atmosférico, é enorme, une as pessoas. Se nós não a tocássemos, as pessoas ficariam chateadas, como se o Primal Scream não tocasse Rocks. As pessoas iriam ficar irritadas”.

- Fire
“Essa é a mãe das mães das mães. Ela transforma o setlist em poeira. Eu não sei como conseguimos escrever um verso “Elvis” e então quebrá-lo em um refrão techno. Essa é a nossa arma de destruição em massa. Você não levanta depois dessa. É o fim”

Scan: @Tumblr Kasabian-Empire


8 de fev. de 2012

Interview: Tom Meighan do Kasabian


Interview: Tom Meighan of Kasabian
(@is.asia-city.com by Ric Stockfis)

O falador frontman Tom Meighan fala para Ric Stockfis sobre crescer,
a produção de Velociraptor! e sobre viver para sempre.

Vocês foram do obscuro psicodélico título (antes lançado West Ryder Pauper Lunatic Asylum) para nome de dinossauros. O que está havendo?
Tom: Soa bem, sabe? Eu poderia ter usado a palavra “triceraptors!”. É porque eu sou obcecado por palavras em latim e coisas pré históricas. Bem, não obcecado, mas eu gosto de como soa.

Vocês parecem ter acalmado um pouco desde que voltaram. Vocês são uma banda diferente agora?
Tom: Nós somos os mesmos caras, nós só estamos um pouco mais velhos e temos famílias agora, o que é louco. Nós seríamos daquele tipo de banda que fez ou não fez. E eu fico feliz que fizemos.

Como os fatos da vida pessoal afetam as músicas que escrevem?
Tom: Algumas músicas do Velociraptor! São bem íntimas e profundas. Músicas como “Goodbye Kiss” é sobre relacionamentos e coisas que se passa juntos. Mas há baladas no West Ryder também, cara. Muitas das nossas músicas vem sendo com nossas palavras por muito tempo, misturando e combinando elas. Criando diferentes e diversas canções. E é disso que as nossas músicas vem sendo feitas. E esse álbum é mais sobre a nossa vida. Com o West Ryder, nós combinamos de fazer um álbum louco. Toda banda devia ter um. E ficou muito reconhecido, o que é mais estranho ainda.

Como você evita ficar velho?
Tom: Nós sempre vamos mudar nossas idéias e criar o quanto conseguimos. Para o nosso novo álbum Serge (co-conspirador na banda) esteve dizendo que teremos nove músicas de dois minutos e foda-se todo mundo com muito tempo! Fazer como se fosse a coisa mais suja que já gravamos. Nós não somos uma banda de indie, nós somos uma banda de rock n' roll. E nós nunca fomos parte dessa cena. Não tem ponto ser parte de uma categoria. Nós não fizemos um disco de blues ainda. Nós talvez façamos um disco de música eletrônica com guitarras. Imagine isso! Ou, eu não sei, um disco com vários cantores de coral...

Qual é sobre esse seu show (Walk Like a Panther) que nós ouvimos sobre?
Tom: Bem, quando vier, vai vir. Eu estava bem amigo de um amigo do nosso manager e sob influência de quão bom é ser um ator. E aí ele veio com um script dizendo “você está aí”. Ele me pôs no negócio! É sobre a retomada de carreira de um lutador de luta livre, baseado no norte da Inglaterra, e tem muitos bons atores e atrizes nele.

Quem mais você está ouvindo no momento?
Tom: Eles estão em alta no momento, mas Black Keys são bons. Eu acho que The Horrors fizeram um bom álbum. Eu tenho ouvido Travelling Wilburys – eu havia esquecido como Roy Orbison é incrível. E eu re-descobri Motown de volta. Como é fantástica aquela música. E Peter, Paul e Mary com “Puff, the Magic Dragon”.

É Kasabian para a vida inteira?
Tom: Eu espero que sim. The Who fez isso. A não ser que o ego de alguém fique maior do que deveria; mas eu acho que estaremos bem. Eu quero viver para sempre com a banda, e ir para sempre. Eu espero fazer isso ainda quando eu estiver com cabelos brancos.

1 de fev. de 2012

Interview: Serge Pizzorno (28.01.12)


KASABIAN
Posted by LADYGUNN on Saturday, January 28, 2012

A banda de rock Kasabian está em tour por conta do quarto álbum Velociraptor! lançado ano passado.
Os que tiverem a sorte de vê-los ao vivo enquanto estão fazendo a turnê na américa do norte essa primavera, será pela primeira vez nos últimos cinco anos. Provavelmente serão os mais comentados no retorno para o festival Coachella, na Califórnia, esse ano.
O guitarrista e compositor, Serge Pizzorno, conversou com Ladygunn sobre música, vida e Coachella. Ele não tem apenas humildade, mas tem também um misterioso ar poético nele. Definitivamante o que um rockstar tem que ser.

Na primavera vocês estarão em turnê na américa do norte pela primeira vez em cinco anos. Nós sentimos falta de vocês por aqui. Aonde vocês estiveram?
SP: Nós fizemos dois discos, e temos tocando no resto do mundo, estamos nos divertindo.

Vocês ganharam mais fãs nos EUA. Mas, o quão feliz vocês ficaram com as rádios falando que vocês estavam voltando para cá?
SP: Eu não sei. Eu não sei nada sobre isso. A razão por não termos vindo no álbum passado é que a gravadora não queria. Então não há nenhum objetivo se você não tem o apoio. Mas é um grande lugar para vir e ficar por aqui, sabe? Então, nós mudamos de gravadora. Isso ajudou, e as coisas parecem estar melhorando muito com isso.

Vocês tocarão no Coachella esse ano e como já tocaram no passado, você lembra de algo de lá? O que mais está desejando?
SP: Foi bom. Eu lembro de conhecer Vincent Gallo o que pra mim foi bem incrível. Ele veio pra nos ver tocar. Eu lembro de ter uma noite muito boa, do tipo de conhecer pessoas e beber. Foi legal.

Você tem alguma história legal com Vincent?
SP: Eu acho que nós fomos a casa de alguém. Foi incrível. Apenas ouvimos música e sentamos de frente para uma grande piscina. Foi ótimo. Foi legal. Eu lembro de um belo cenário também. Parecia um festival de verdade, como os que a gente vê nos DVDs antigos, como os dos anos 70 ou algo assim. Foi bom.

Então eu acho que você tem oportunidade de ver os lugares que viajam?
SP: É, sim. Depende da motivação que você tem. Se você realmente quer, você pode dar uma volta e ver as coisas. Isso depende sabe, se você deseja fechar as cortinas e ficar na sua toca.

Vocês fizeram uma tour com o Oasis. Vocês tem alguma história de tudo isso?
SP: Há muitas, de verdade. Nós pegamos um bar em Nova York e bebemos todas. Foi muito bom. Tomamos uns ácidos no Red Rocks. Foi bem fenomenal.

Quantos problemas vocês se meteram com eles?
SP: Foi uma diversão saudável. Nós apenas andamos por aí e ouvimos música e conversamos. Foi meio que perfeito.

O que você faz antes de um show pra entrar na atmosfera de "ao vivo"?
SP: Eu tenho apenas um ritual. Meia hora antes de um show eu me sirvo de Sailor Jerry (Rum). Isso meio que me prepara pra um show. Eu ouço músicas. Nos temos auto falantes enormes nos trocadores, mas eu gosto de uma bebida grande meia hora antes de entrar no palco. É a única coisa que eu faço que é constante.

O que geralmente te irrita a respeito da cultura musical atual?
SP: Eu não estou tão irritado a respeito. Eu na verdade nem me importo. Eu só ouço o que eu gosto e as coisas que me irritam eu acho fácil de ignorar.

Vocês fizeram um cover de Lana Del Rey “Video Games” durante uma sessão ao vivo da BBC. O que você acha das críticas que ela recebeu recentemente a respeito da apresentação no Saturday Night Live?
SP: Eu não sei de nada sobre. Eu honestamente não sei nada de Lana Del Rey. Nós tínhamos que fazer um cover. Eu ouvi a música no rádio e pensei ser uma música linda, então nós fizemos, entende? Eu inocentemente meio que ouvi essa música linda e nós fizemos o cover. Eu acho que é uma música incrível. Eu não tenho idéia da performance.

Eu realmentei gostei da estética dos vídeos de Club Foot e de Days Are Forgotten. Fazer vídeo é algo que vocês gostam ou acham tediosos?
SP: Fazer vídeos é meio estranho porque você depende da idéia de outra pessoa e você realmente não faz um bom acordo. Você tem uma boa idéia e depois demora meses pra ter outra. As vezes funciona, as vezes não. É difícil quando se faz um clipe de lembrar qual é o significado final. Faze-los é bem entediante – sentar em um estúdio e tocar a mesma música por tipo, doze horas. Mas enquanto você tocando, tem que lembrar que vai ser imortalizado, bem, não na televisão mais, mas na internet. Você meio que tem que acompanhar, e nos anos depois olhar e rir de você quando era criança.

Qual é a sua música do Kasabian preferida,baseada na perspectiva de letra?
SP: Eu suponho que 'Where Did All The Love Go?', do penúltimo album. Ela meio que prevê o que acontecia na Inglaterra. Algumas revoltas ano passado foram completamente bagunçadas. Aquela música meio que chama elas. Por essa razão, eu escolho ela.

Você teve alguma influência literária escrevendo Velociraptor!? Você tem lido alguma coisa ultimamente que você realmente tem gostado?
SP: Para o último álbum eu meio que me emergi em tudo que consegui. Mas nesses últimos tempos eu decidi apenas ouvir música, assistir muitos filmes. É um hábito que realmente influencia o que você faz, o que é legal as vezes, mas eu senti que não queria fazer isso dessa vez.

Longe das turnês, da música, do trabalha, o seu santuário pessoal, o que você gosta de recorre?
SP: É realmente minha família. Eu amo estar em casa com minha família. É isso.

Você realmente foi pai, certo?
SP: Sim.

O quanto isso mudou tudo?
SP: Não mudou. As turnês continuam do mesmo jeito. Continua um absoluto caos. É incrivelmente divertido. Meio fora da lei, o que é incrível. Antes, eu vivia a mesma coisa em casa. Mas quando você tem um filho – eu tomei a decisão de não carregar esse estilo de vida para casa comigo. É louco, sabe. Muda a vida em casa para melhor, de verdade. Eu realmente gosto de ficar em casa mas isso não mudou no lado das turnês e essas coisas. Continua insano. Tem que ser insano ou se não eu nem iria em tour.

@ladygunn

19 de jan. de 2012

Tom Meighan: Nuts question


Tom from Kasabian VS the Nuts Question Bucket
Tom do Kasabian sobre aliens, piratas, Batman, cereal e por quê ama sua mãe.

As regras são simples. Nós enchemos o balde de perguntas ridículas então uma celebridade escolhe algumas e deve responder o que conseguir entender!

Você preferiria ter uma cabeça como a do Shrek e um corpo normal ou uma cabeça normal e um corpo como de um Smurf?
Tom: Essa é bem fácil. Cabeça normal e um corpo de Smurf. Smurf é legal. Quem quer um cabeção? Eu tenho sorte de ter nascido assim, mas algumas pessoas não são abençoadas. Essa é a vida.

Você é bom em “DIY”? (Faça você mesmo)
Tom: Definitivamente não. Eu não sou um homem doméstico. Eu odeio lugares tipo Homebase e Ikea (lojas de utensílios de cozinha).

O que aconteceria se um vampiro mordesse o Batman?
Tom: Ele provavelmente morreria. Vampiros rasgam o seu pescoço, não? Ele não teria se quer uma chance. Uma mordida na artéria principal e ele morreria.

Se você ganhasse 1 libra por todas as garotas que já beijou, quanto você teria?
Tom: Um bilhão. Eu beijo minha patroa na boca todo o tempo. Eu beijei você quando entrou. Então eu teria um bilhão e uma libra.

Sua mãe acha que você deveria achar um emprego de verdade?
Tom: Não. Minha mãe é a melhor mãe do mundo. Ela é a maior apoiadora que já conheci. Ela acreditava na minha banda quando eu era pequeno. Eu te amo, mãe!

Qual é a maior mentira que já contou?
Tom: Eu estou mentindo agora. Eu acordo e minto todos os dias. É parte do que eu faço.

Qual é a melhor maneira de trocar a capa de um edredom?
Tom: Quando chega a respeito de arrumar a cama e por capa nos travesseiros, eu faço tudo errado. Apenas compre um novo, eu acho.

O que veio antes, a galinha ou o ovo?
Tom: Ovo. Essa é velha.

Por que o McDonalds não vende hot dogs?
Tom: Eles tentaram fazer isso. Hot dogs tem seus próprios locais. Eles não precisam do McDonalds.

Qual é a sua “service station” favorita?
Tom: Aquela antes da Silverstone é legal. Não é cheia de crianças e treinadores aposentados. E agora eles tem máquinas de brinquedos também.

Você preferiria não ter cotovelos ou joelhos?
Tom: Essa é uma pergunta estranha. Eu não posso responder isso!

Se um UFO aterrissasse em seu jardim e alguns aliens te convidassem para uma viagem, você iria com eles?
Tom: Eu entraria na nave do ET qualquer dia. Eu amo ET. É como olhar para suas plantas. Você sabe que ele é um botânico?

Se a vida fosse um copo, o seu seria meio cheio ou meio vazio?
Tom: Meio cheio. Você tem que estar brincando!

Você estaria disposto a largar tudo no seu trabalho e virar um pirata?
Tom: Não. Eu não gosto do mar. Eu não gosto de ondas. Eu não sei por que as pessoas vão para o mar além dos cientistas e surfistas. Piratas são estranhos. Eles são vagabundos do mar, não são?

Seria mais fácil derrubar em uma luta: Tony, o tigre ou o macaco Coco Pops? (ambos mascotes de cereais).
Os dois são bons cereais. Sugar Puffs é terrível. Eu não sei quem consegue comer Shredded Wheat! Shredded é horrível também. Weetabix até que vai. Eu não sei qual seria mais fácil de atingir em uma luta. O Tony o tigre é bem fácil, mas o macaco vai estar sempre ao redor.


13 de jan. de 2012

Interview: A vida no fio da navalha (SMH)


Sydney Morning Herald - (Smh.com.au)
January 13, 2012

Kasabian acha que tem folêgo para percorrer a distância, escreve Jason Treuen.

“Vocês tem tubarões legais aqui em Sydney?” Tom Meighan pergunta, seus grandes olhos como um garotinho de escola empolgado. “Eu quero ver tubarões!”

“Você quer por eles em uma gaiola?” O guitarrista Serge Pizzorno pergunta meio desacreditado.

“Não sei sobre gaiola... eu só quero entrar em um barco, fazer uma isca e ver dois ou três vindo perto.” O cantor responde. “Eu amo tubarões. Eles são criaturas pré históricas incríveis que vagavam pela terra e ainda estão aqui, fazendo filhotes e sendo máquinas de matar."

Os principais do Kasabian estão falando animadamente ao redor da mesa no Newtown Vanguard club, apenas uma hora depois de uma sessão de fotos em uma barbearia nas proximidades. Os roqueiros ingleses (o baixista Chris Edwards e o baterista Ian Matthews voltaram ao hotel) estão aqui em um ataque relâmpago em uma promo tour para tocar em um show para a MasterCard em Melbourne, além da visita ao Big Day Out, e agora, como conhecido,atrás dos tubarões mais ferozes da Austrália.

Conversando com os “bandidos” assim alto proclamados, do rock britânico, é claro que eles dividem uma camaradagem inabalável construída dentro de uma longa história (eles se conheceram na escola mais de uma década atrás) e uma química que se estende maior do que tubarões e composições. Bem apessoado e de fala direta, Meighan fornece a perfeita combinação para a atitude de Serge mais introvertido.

Kasabian tem uma coisinha por criaturas pré históricas. Eles chamaram o último álbum de Velociraptor! e Meighan usa uma réplica de garras em seu pescoço. É uma metáfora que combina com a música deles, também - uma ameaçadora besta psyco-rock, embora um pouco temperada com um quê do pop sensibilizado dos Beatles.
De longe, a evolução foi paga, com o Velociraptor! levando a banda ao seu terceiro primeiro lugar na britânica.

“Esse foi nosso momento de mais orgulho.” Meighan diz. “Foi assustador porque, uma semana antes, eu me senti como... você sabe quando mulheres menstruam, eu me senti assim porque eu estava animado e do nada triste, com oscilações de humor. Um minuto eu estava feliz e no outro eu ficava meio sentimental. É meio estranho mas era assim que eu me sentia. Agora eu me sinto incrível.”

“Ter três álbuns nas paradas é muito especial.”
Pizzorno diz. “Muitas bandas não conseguiram isso.”

Desde o fim do Oasis em 2009, comentários foram feitos a respeito do Kasabian ser a próxima banda que usará a coroa britânica, mas o par diz que tais declaração são de mídia vazia e dizem da impossibilidade de isso acontecer com a era digital.
“Eu realmente penso que não dá mais para uma banda de rock ter esse impacto cultutal agora.” Pizzorno diz. “Quando Oasis apareceu, só tinha um canal de música, MTV, a qual tinha dez vídeos. Se você fosse um deles, se tornava enorme, mas agora existem milhares de canais online e blogs.”

Meighan diz: ”E os álbuns não são tão mais valorizados como eram.
São desvalorizados.”

O seu argumento leva a banda a ter uma habilidade para entreter ao vivo ainda mais crítica, um ponto que eles sempre procuram provar nesse mês no Big Day Out e além. "Eu perguntei para o Serge essa manhã: ‘Nós vamos ser como o The Who? Continuar tocando com 50, 60 anos?' Meighan diz. “E ele disse: ‘Claro que vamos ser.'

“E é isso: Nosso sentido de vida é enorme agora e nós temos o poder de ficar fazendo isso sempre. E sim, cara, o que mais nós iremos fazer? Nós estaremos aqui em 20, 30 anos tocando rock n' roll o que é excelente.”

@Smh.com.au

10 de dez. de 2011

Kasabian Kid Rock



30 de Novembro 2011
@Daily Star

O compositor do Kasabian, Serge Pizzorno avalia que seu filho está mostrando sinais que será um rockstar desde o seis meses de idade. (Hoje com 1 ano de idade)
Serge, que acabou de começar a arena tour, me disse: "Ennio já está gostando de música. Ele mostra um agrado instantâneo pelas músicas que são tocadas ao seu redor. Ele não tem escolha na verdade, pois tem música o dia inteiro em casa."
O rapaz de 30 anos e sua patroa estão junto desde os tempos de escola em Leicester e o casal ficaria feliz se o menino seguir os passos do pai. Serge, o qual a banda lançou o single Re-Wired na semana passada, disse: "Está totalmente para o Ennio escolher o que fará quando crescer. Quem sabe, ele pode pensar que eu sou uma total vergonha quando ficar adolescente e gritar pra mim: "O que há com o seu cabelo, papai? E olha as suas roupas, você é uma desgraça."
O baixista do Kasabian, Chris Edwards, 30, e Ian Matthews, 40, também são pais, deixando o frontman, Tom Meighan, o único membro que ainda não foi pai. Serge acrescentou: "A música do Kasabian que Ennio parece mais gostar é Switchblade Smiles. Ele fica doido. Essa é uma música para adultos viajarem, não para um bebê, então eu acho que ele vai se dar bem. Ele já tem algo de headbanger nele."


Fonte @Daily Star

20 de nov. de 2011

Últimas entrevistas (NME & Contact Music)


"Nós fomos construídos para ser headline de festivais."

Serge Pizzorno diz que está desapontado por não estarem hábeis
para se headline do Glastonbury esse verão.
(14.11.11)  - NME

Serge Pizzorno diz que acredita que sua banda foi construída para ser headline em festivais. O guitarrista, que falou com a BBC 6 Music, diz que sua banda combina o melhor do rock e da dance music, o que é perfeito pra ser headline de um festival.
Ele disse: “Tem um verdadeiro lado dançante no que nós fazemos e nós podemos criar esse lado eufórico de sentir em muitas pessoas, há refrões que as pessoas podem cantar, mas tem também algo eletrônico que você pega as pessoas como chemical Brothers e The Prodigy."
Perguntado se a banda poderia ser headline de algum outro festival, Pizzorno respondeu: “Sim, definitivamente. Não há nada melhor que 60,000 pessoas todas juntas se divertindo vendo uma banda que eles gostam. Você tem essa energia enorme, que alimenta uns aos outros e eu acho que nós fomos criados pra isso, de alguma forma. Nós temos o Tom como frontman em um termo bem real da palavra.  Ele mostra isso então nós definitivamente estamos prontos para isso se alguém quiser."

O guitarrista diz que está desapontado que a banda não está no topo para o Glastonbury nesse verão, pois sentem que tiveram grandes momentos no evento.

Perguntado sobre quais os festivais que ele gostaria de ser headline, Pizzorno respondeu: “Eu suponho que Glastonbury. Eu acho que não vai dar ano que vem o que é uma pena, mas tem sempre algo especial sobre aquele lugar. Nós tivemos muitos grandes momentos durante o caminho. Quando tocamos Fire em 2009 e a primeira vez que tocamos lá, inesquecível. Sempre nos mostra que as pessoas estão gostando do que fazemos e escutando.”

Fonte @NME
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Tom Meighan's Funny Death
Tom Meighan pensa que o melhor jeito dele morrer é em uma montanha russa.
(17.11.11 - Contact Music)

O cantor de “Days Are Forgotten”, está em par a respeito que a maioria dos rock stars morrem cedo e normalmente de um modo bizarro, e, se ele pudesse escolher, acha que perder sua vida em uma queda seria o melhor jeito de ir.
Ele disse: “Eu consigo me imaginar em um parque de diversões e saindo de uma montanha russa. Isso seria um jeito muito legal de morrer, a adrenalina vindo e a próxima coisa que se sabe é que tudo acabou. Isso seria um jeito de ir embora.”

O seu parceiro de banda, Serge Pizzorno disse que também escolheria um modo bizarro,mas de um modo mais doméstico. Ele disse: “Eu quero algo louco, como uma torradeira na banheira, ou uma faca na torradeira, algo assim.” Tom acrescentou: “Ou um ataque do coração no cinema. Ninguém notaria, porque eles estariam rindo e comendo pipoca. Inacreditável.”

Serge diz que as vezes tem desejos assassinos a respeito do Tom, porque ele não para de assobiar.Ele disse para a NME: “É como uma doença. Ele assobia tudo.: Música,barulho de pássaros. Você as vezes tem vontade de jogar uma granada na cabeça dele de vez em quando.”

Fonte @Contact Music
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